Segunda-feira, 06 de setembro de 2010  
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Rigesa detém primeiro plantio operacional de clones de Pinus taeda no Brasil

09/03/2010

Plantio de 2006 alcança ótimos resultados e coloca a empresa como líder do melhoramento genético e desenvolvimento biotecnológico de Pinus taeda no País

A Rigesa, uma das maiores empresas fabricantes de embalagens de papelão do Brasil e subsidária da norte-americana MeadWestvaco, desenvolve, por meio de sua Divisão Florestal localizada em Três Barras -SC, o programa de clonagem com a essência florestal Pinus taeda, pioneiro no Brasil, e colhe os primeiros resultados da plantação realizada há quatro anos.

Em fevereiro de 2006, após a implantação de testes genéticos para a escolha dos clones mais promissores, foi estabelecido o primeiro plantio clonal em escala operacional desta espécie no Brasil. Em 2010, os plantios clonais de Pinus taeda se encontram em estágio avançado de desenvolvimento com excelentes resultados de crescimento e uniformidade.

O processo de clonagem, desenvolvido pela Rigesa em conjunto com a empresa americana ArborGen, consiste em multiplicar em larga escala as melhores árvores de pinus identificadas nas propriedades da Rigesa. A tecnologia de clonagem possibilita a produção de árvores de pinus idênticas umas às outras, o que acarreta em ganhos na produção de madeira.

“Podemos dar como exemplo a produtividade média obtida em um hectare de plantio de pinus proveniente de mudas e sementes tradicionais. Nesta condição, as plantações atingem uma produtividade média de cerca de 45 metros cúbicos sólidos de madeira por hectare em cada ano. Já para os plantios clonais de Pinus taeda na Rigesa estima-se uma produção anual média de aproximadamente 57 metros cúbicos de madeira sólida por hectare”, informa Laércio Duda, gerente de Melhoramento Genético da Divisão Florestal da Rigesa.

A clonagem de Pinus taeda possibilita a obtenção de árvores com maior produtividade e uniformidade, proporcionando a redução de custos de produção, colheita e transporte da madeira. Atualmente, na Rigesa, existem mais de 800 clones diferentes sendo testados, em diferentes condições de clima, solo e topografia. O pinus é usado para fabricação de móveis, papel, papelão, compensados e outros produtos que proporcionam conforto para a sociedade, evitando que as árvores nativas sejam usadas para tais fins.

Sobre a Rigesa

Rigesa, Celulose, Papel e Embalagens Ltda., subsidiária da MWV, opera no Brasil desde 1942 nos segmentos de celulose, papel e embalagens. Fornece soluções em embalagens aos mercados de alimentos, frutas in natura, limpeza, cosméticos, saúde, químicos, eletroeletrônicos, têxtil, fumo, entre outros. A Rigesa possui 2 fábricas de papel, 4 fábricas de embalagens papelão ondulado, uma fábrica de embalagens ao consumidor, 54 mil hectares de áreas florestais certificadas pelo Cerflor – Programa Brasileiro de Certificação Florestal – e 19 escritórios de vendas e representantes comerciais estrategicamente localizados no território brasileiro. A Rigesa emprega mais de 2.300 pessoas e é a segunda maior empresa do mercado brasileiro de papelão ondulado. Para mais informações, visite www.rigesa.com.br.
 

 

Fonte: Portal do Agronegócio

 

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